Monitorização do desempenho ambiental
Acompanhar de forma contínua as emissões, os resíduos, a água e a utilização de recursos.
A sustentabilidade que existe apenas nos relatórios ainda nem sequer começou
A nossa consultoria em sustentabilidade corporativa liga os objetivos ESG aos processos onde o impacto é efetivamente criado ou perdido: começa pela análise da dupla materialidade e pelos contributos das partes interessadas, para identificar o que realmente importa, integra depois as prioridades nas dimensões ambiental, social e de governance, prepara relatórios prontos para divulgação e alinhados com a CSRD e a GRI, e desenvolve as competências
Desenho da estratégia de sustentabilidade
Vimos as ferramentas em ação e funcionam. As melhorias são reais. E agora estamos a preparar a segunda fase, com ainda mais ambição do que antes.
Este sistema de melhoria contínua gerou, uma vez atingido um determinado nível de maturidade, melhorias de produtividade sustentadas de vários pontos percentuais por ano, ano após ano, de forma consistente.
Faltava-nos consistência nas nossas 25 filiais. Com este projeto, estamos a construir processos que melhoram a eficiência e a experiência do cliente, e começamos agora a ver os resultados.
Desenvolvemos e implementámos uma filosofia de Lean Manufacturing baseada no Sistema de Gestão da Mudança promovido pelo Kaizen Institute. O objetivo é conferir consistência à gestão industrial em todas as nossas fábricas, assente numa gestão baseada em dados, na produção lean e nas pessoas.
O processo do Kaizen Institute é um dos principais pontos fortes do nosso sistema de melhoria. Toda a empresa procura sistematicamente oportunidades de melhoria.
Em vez de oferecer soluções pré-fabricadas, o Kaizen Institute aprofunda os processos para compreender os desafios e identificar oportunidades.
A lacuna de execução: metas ESG anunciadas a nível corporativo que as operações não sabem como cumprir. Este trabalho traduz os compromissos em alavancas operacionais específicas, como a eficiência energética, a redução de resíduos e do consumo de água, a circularidade e as emissões da cadeia de abastecimento, cada uma com uma linha de referência, um roadmap e um responsável, recorrendo à mesma disciplina de melhoria aplicada aos custos e à qualidade.
Na maioria dos casos, é precisamente o contrário. O consumo de energia, o desperdício de materiais, o processamento excessivo e o transporte desnecessário representam, simultaneamente, emissões e custos, pelo que os projetos de descarbonização se autofinanciam frequentemente através de ganhos de eficiência. Tratar a sustentabilidade como um fluxo de valor, e não como um exercício de conformidade, permite que as empresas priorizem as ações em que os retornos ambientais e financeiros se reforçam mutuamente.
Os relatórios e a estratégia definem o que divulgar e quais os objetivos a atingir; este trabalho altera as operações que geram a pegada ambiental. As equipas identificam e eliminam o desperdício de energia, materiais e emissões no gemba, redesenham processos e fluxos logísticos e integram indicadores de sustentabilidade na gestão diária, para que se produza progresso, e não que este seja apenas cominicado.
Os primeiros ganhos resultam normalmente da eficiência energética, da redução de resíduos e da melhoria do rendimento, ao fim de poucos meses. Os ganhos estruturais, tais como o redesenho de processos, os ciclos circulares de materiais e o envolvimento dos fornecedores, consolidam-se ao longo de um a três anos, de acordo com o roadmap. O progresso é acompanhado através dos marcos do roadmap de sustentabilidade, da produtividade dos recursos e das poupanças financeiras que cada iniciativa proporciona.
O progresso é acompanhado da mesma forma que os resultados operacionais: através de um roadmap com marcos, de indicadores de produtividade dos recursos (consumo de energia, água e materiais por unidade produzida) e das poupanças financeiras obtidas por cada iniciativa. Estas métricas são integradas nas rotinas de revisão de gestão existentes, em vez de num relatório de sustentabilidade separado, para que a liderança veja o desempenho ambiental e financeiro em conjunto, e não em vias paralelas.