Monitorização do desempenho ambiental
Acompanhar de forma contínua as emissões, os resíduos, a água e a utilização de recursos.
A sustentabilidade que existe apenas nos relatórios ainda nem sequer começou
A nossa consultoria em sustentabilidade corporativa liga os objetivos ESG aos processos onde o impacto é efetivamente criado ou perdido: começa pela análise da dupla materialidade e pelos contributos das partes interessadas, para identificar o que realmente importa, integra depois as prioridades nas dimensões ambiental, social e de governance, prepara relatórios prontos para divulgação e alinhados com a CSRD e a GRI, e desenvolve as competências
Desenho da estratégia de sustentabilidade
O mais difícil não é explicar o modelo, mas sim transmitir a experiência de o termos vivido. As ferramentas podem ser documentadas, mas a mentalidade que lhes está subjacente não se aprende num manual.
A reunião de KAIZEN™ Diário nunca pode falhar e é extremamente importante para o bom funcionamento do grupo. Acima de tudo, para uma boa comunicação dentro da empresa.
Alcançar estes resultados reflete a disciplina e a dedicação das nossas pessoas e a dinâmica que estamos a criar através do AviusULD Ascend.
[Os projetos KAIZEN™] proporcionam uma metodologia estruturada e duradoura de resolução de problemas que as equipas podem utilizar no futuro.
Os resultados estão à vista e devemos concentrar-nos e dedicar o nosso tempo à melhoria contínua, e não a discutir aspetos que não são mensuráveis.
Vimos as ferramentas em ação e funcionam. As melhorias são reais. E agora estamos a preparar a segunda fase, com ainda mais ambição do que antes.
A lacuna de execução: metas ESG anunciadas a nível corporativo que as operações não sabem como cumprir. Este trabalho traduz os compromissos em alavancas operacionais específicas, como a eficiência energética, a redução de resíduos e do consumo de água, a circularidade e as emissões da cadeia de abastecimento, cada uma com uma linha de referência, um roadmap e um responsável, recorrendo à mesma disciplina de melhoria aplicada aos custos e à qualidade.
Na maioria dos casos, é precisamente o contrário. O consumo de energia, o desperdício de materiais, o processamento excessivo e o transporte desnecessário representam, simultaneamente, emissões e custos, pelo que os projetos de descarbonização se autofinanciam frequentemente através de ganhos de eficiência. Tratar a sustentabilidade como um fluxo de valor, e não como um exercício de conformidade, permite que as empresas priorizem as ações em que os retornos ambientais e financeiros se reforçam mutuamente.
Os relatórios e a estratégia definem o que divulgar e quais os objetivos a atingir; este trabalho altera as operações que geram a pegada ambiental. As equipas identificam e eliminam o desperdício de energia, materiais e emissões no gemba, redesenham processos e fluxos logísticos e integram indicadores de sustentabilidade na gestão diária, para que se produza progresso, e não que este seja apenas cominicado.
Os primeiros ganhos resultam normalmente da eficiência energética, da redução de resíduos e da melhoria do rendimento, ao fim de poucos meses. Os ganhos estruturais, tais como o redesenho de processos, os ciclos circulares de materiais e o envolvimento dos fornecedores, consolidam-se ao longo de um a três anos, de acordo com o roadmap. O progresso é acompanhado através dos marcos do roadmap de sustentabilidade, da produtividade dos recursos e das poupanças financeiras que cada iniciativa proporciona.
O progresso é acompanhado da mesma forma que os resultados operacionais: através de um roadmap com marcos, de indicadores de produtividade dos recursos (consumo de energia, água e materiais por unidade produzida) e das poupanças financeiras obtidas por cada iniciativa. Estas métricas são integradas nas rotinas de revisão de gestão existentes, em vez de num relatório de sustentabilidade separado, para que a liderança veja o desempenho ambiental e financeiro em conjunto, e não em vias paralelas.