Analítica da produção em tempo real
Monitorizar o desempenho, os gargalos e os desvios à medida que ocorrem.
Excelência em todos os turnos, linhas e unidades, e não apenas em condições ideais de produção
Através dos nossos serviços de consultoria em operações de produção, ajudamos a construir uma cultura de otimização do fluxo operacional, onde a forma de trabalhar no dia a dia permite que as operações funcionem de forma consistente, sem depender de esforço adicional. Ao trabalhar lado a lado com as suas equipas, estabilizamos processos e tornamos os problemas visíveis no momento em que surgem.
Estabilizar o fluxo e o planeamento
Redesenhamos os fluxos de materiais, alinhamos as etapas de produção e implementamos o planeamento pull para que as operações acompanhem a procura com maior estabilidade e menos resolução de problemas urgentes no dia a dia.
Produção Just-In-Time · Fluxo peça a peça · Planeamento em pull · Desenho de linhas lean · SMED · Robótica colaborativa · Infraestrutura adaptativa · IA
Em vez de oferecer soluções pré-fabricadas, o Kaizen Institute aprofunda os processos para compreender os desafios e identificar oportunidades.
Antes da chegada do Kaizen Institute, tínhamos muitos colegas de equipa com experiência em melhoria contínua, que já utilizavam várias ferramentas, mas que não estavam uniformizadas. A parceria com o KI formalizou a abordagem da MCP às nossas iniciativas de melhoria contínua, com ferramentas e linguagem uniformes.
[Os projetos KAIZEN™] proporcionam uma metodologia estruturada e duradoura de resolução de problemas que as equipas podem utilizar no futuro.
Os resultados estão à vista e devemos concentrar-nos e dedicar o nosso tempo à melhoria contínua, e não a discutir aspetos que não são mensuráveis.
Já tínhamos trabalhado com consultores antes e o padrão costuma ser o mesmo: ensinam a teoria e depois vão-se embora. O que foi diferente aqui, com o Kaizen Institute, foi que a teoria veio acompanhada de aplicação prática: na linha, com os operadores, no próprio espaço onde eram necessárias mudanças.
Vimos as ferramentas em ação e funcionam. As melhorias são reais. E agora estamos a preparar a segunda fase, com ainda mais ambição do que antes.
Quando a pressão da procura, dos custos ou da qualidade cresce mais depressa do que a capacidade de resposta da fábrica. Os sinais mais comuns são estes: o OEE é baixo ou instável, a eficiência da produção diminui, os prazos de entrega falham, o WIP e os lead times aumentam, a taxa de refugo e o retrabalho são elevados, a produtividade varia entre linhas ou turnos, a resolução de problemas urgentes é recorrente e pondera-se investir em capacidade enquanto os equipamentos existentes funcionam abaixo do seu potencial.
Sim. Os ganhos mais significativos resultam normalmente da aplicação dos princípios da produção lean aos ativos existentes: reduzir os tempos de troca, melhorar o balanceamento e o layout das linhas, estabilizar os equipamentos com o Total Productive Maintenance, normalizar o trabalho e reforçar a presença da gestão no chão de fábrica. O investimento de capital passa então a ser direcionado para gargalos comprovados, com um business case mais sólido e de menor risco.
A estrutura de KPIs deve ligar serviço, qualidade, custo e pessoas. Os principais indicadores incluem normalmente OEE, cumprimento do plano de produção, lead time, WIP, rotação de inventário, qualidade à primeira, refugo e retrabalho, produtividade por hora de trabalho, tempo de troca, segurança e custo de produção por unidade. As metas são definidas a partir do ponto de partida identificado no diagnóstico de cada fluxo de valor.
Os projetos começam com um diagnóstico do fluxo de valor no chão de fábrica: medir o desempenho atual, identificar as principais perdas e quantificar a oportunidade. Os eventos de melhoria nas áreas prioritárias geram normalmente os primeiros resultados em poucas semanas. Já a jornada para uma produção de classe mundial, que inclui o alargamento a várias unidades, é faseada ao longo de meses, sem comprometer a produção nem prazos de entrega.