Controlo de qualidade e deteção de defeitos
Inspecionar todas as unidades, sem exceção, com recurso a visão artificial.
A qualidade é incorporada no processo, e não verificada apenas no final
Os nossos serviços de consultoria em gestão da qualidade integram soluções lean, análise estatística, processos normalizados e metodologias avançadas de resolução de problemas nas rotinas diárias de gestão da qualidade das equipas. Em articulação com os princípios do TQM e com ferramentas digitais de qualidade, o controlo passa a ser feito mais cedo no processo e no próprio local de trabalho, para que os problemas sejam detetados assim que
Normalização e SDCA
O mais difícil não é explicar o modelo, mas sim transmitir a experiência de o termos vivido. As ferramentas podem ser documentadas, mas a mentalidade que lhes está subjacente não se aprende num manual.
A mudança cultural acontece quando as pessoas começam a identificar oportunidades por si próprias e a agir sobre elas sem que ninguém lhes peça. Não há um momento exato em que isso aconteça, mas, quando o vemos, reconhecemo-lo. É o indicador mais fiável de que o modelo se enraizou verdadeiramente.
Agora nunca voltaríamos atrás. Tem sido simplesmente fantástico, mudou por completo a mentalidade de toda a gente. A positividade é simplesmente extraordinária. Os resultados estão à vista.
Melhorámos significativamente o nível de serviço ao cliente, graças à redução de erros que conseguimos obter, e superámos largamente as nossas expetativas quanto aos ganhos de eficiência na organização. Foi, sem dúvida, um projeto muito bem-sucedido.
Para nós, o sucesso não se resume a atingir determinado KPI. Trata-se de criar uma cultura em que a melhoria está presente em tudo o que fazemos.
Vimos as ferramentas em ação e funcionam. As melhorias são reais. E agora estamos a preparar a segunda fase, com ainda mais ambição do que antes.
Defeitos crónicos que persistem apesar de sucessivas ações corretivas, um custo da não qualidade cada vez maior, reclamações e devoluções de clientes em tendência crescente, equipas de inspeção a crescer para conter os problemas em vez de os prevenir e um desempenho da qualidade que varia consoante a linha, o turno ou a unidade. Estes sinais revelam um sistema de qualidade que deteta em vez de prevenir.
Qualidade à primeira, taxas de refugo e retrabalho, PPM internos e externos, reclamações de clientes, custos de garantia e custo total da não qualidade. A vertente da fiabilidade acrescenta indicadores ligados aos equipamentos, como a capacidade e a estabilidade dos processos. Traduzir estes indicadores em valor financeiro é essencial, porque as perdas de qualidade escondem normalmente vários pontos percentuais de margem.
A inspeção encontra os defeitos depois de acontecerem; o objetivo é que nem cheguem a ser produzidos. Este trabalho integra a qualidade na origem: normas robustas em cada etapa do processo, mecanismos poka-yoke que previnem erros, ciclos rápidos de feedback entre a deteção e a causa e análise da causa raiz feita pelas próprias equipas. A inspeção diminui então naturalmente, porque há cada vez menos defeitos para encontrar.
Este trabalho garante que as certificações não ficam apenas no papel. A certificação define o que o sistema de qualidade deve abranger; este trabalho põe o sistema a funcionar no chão de fábrica, com normas que as pessoas aplicam de facto, auditorias que detetam os problemas antes de chegarem aos clientes e ciclos de melhoria que eliminam de vez as não conformidades identificadas. As empresas costumam constatar que, depois da transformação, as auditorias de certificação se tornam mais fáceis, e não mais difíceis.
O controlo da qualidade verifica o resultado face a uma norma depois de o trabalho estar feito; a garantia da qualidade define as normas e os processos que devem evitar defeitos desde o início. Ambos são necessários, mas, por si só, descrevem o que o sistema deve fazer, e não o comportamento real das pessoas no dia a dia quando surge um defeito. Este trabalho transforma a garantia e o controlo da qualidade em rotinas que as equipas aplicam diariamente: normas efetivamente seguidas no terreno, resposta rápida à causa raiz quando ocorre um desvio e resolução estruturada de problemas que elimina o desfasamento entre o que diz o manual da qualidade e o que acontece no chão de fábrica.